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Category Archives: Lula

A Rede Globo cometeu um grande erro ontem ao retirar do ar a propaganda institucional em homenagem a seus 45 anos (filme acima). A petezada, Marcelo Branco à frente (aquele da valorização das ações da Telebras), pago para criar ondas de opinião na rede, liderou a acusação estúpida de que se tratava de campanha subliminar para a candidatura do tucano José Serra. Na nota emitida, a Central Globo de Comunicação informa que a peça foi preparada antes de qualquer candidatura ou slogan criado. Mas, afirmou, suspendeu a sua veiculação para “não dar pretexto para ser acusada de ser tendenciosa”. Ou seja: nega o crime de que é acusada, mas reconhece a autoridade de seus autoproclamados juízes. A nota é um desastre de… comunicação!!!

BLog do Reinaldo Azevedo: http://migre.me/ybS8

A estupidez é de tal sorte que se chegou a falar que a Globo não comemorou 25 ou 35 anos… Por que comemoraria os 45? Trata-se, claro de uma mentira cretina. Aqui estão os vídeos dos 25 anos, dos 30 e dos 35 anos. Vale dizer: há 20 anos pelo menos — não encontrei referência anterior —, a globo faz campanha institucional pelos seus qüinqüênios ou lustros… Mas 45 não pode! É número tucano! Só se a emissora comemorar também algum programa que esteja fazendo 13 anos… Questão de isonomia!

O tal Branco, aquele da valorização das ações da Telebras, depois de verificar que a sua patrulha havia sido bem-sucedida, afirmou que sua chefe, Dilma Rousseff, não tinha nada a ver com a acusação, que era coisa da militância mesmo… Claro! Dilma é uma amante da liberdade de imprensa e de expressão, como sabemos. Ela está empenhada em convencer os veículos de comunicação dessa sua vocação libertária. Seus rapazes é que são muito zelosos às vezes.

Criar caso
O PT está se especializando em acuar os veículos da imprensa que os petralhas chamam “golpistas”, obrigando-os a admitir o que não fizeram, ameaçando-os com uma suposta corrente de opinião que, de resto, é falsa. Ontem, por exemplo, ficaram orgulhosíssimos do fato de 4.500 (!!!) internautas terem assistido à intervenção ao vivo de Dilma, depois de o “evento” ter sido alardeado ad nauseam pela “rede”. O quê? 4.500? Se eu tivesse só 4.500 leitores, creio que a VEJA diria: “Rei, Rei, você é um cara legal e tal, mas isso é muito pouco…” E seria mesmo uma merreca! Grandes veículos de comunicação estão confundindo barulho na Internet com leitor. São coisas muitos diferentes.

Tentaram fazer com a vinheta da Globo o que fizeram com a Folha no episódio da tal “ditabranda”. O editorial em questão nem mesmo assumia o conceito como válido — de resto, não foi inventado pelo jornal. Só para recuperar o trecho e contribuir para acabar com o mito inventado pelos subintelectuais petistas, escreveu-se lá:
Mas, se as chamadas “ditabrandas” -caso do Brasil entre 1964 e 1985- partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça-, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso. O líder eleito mina as instituições e os controles democráticos por dentro, paulatinamente.

Só o analfabetismo ou a má fé, ou a duas coisas somadas, podem sustentar que se está acatando o termo. O adjetivo “chamadas” deixa claro que é um conceito que está, digamos, no mercado das idéias, não necessariamente admitido pelo editorial. Mais: a palavra entre aspas evidencia essa conceituação alheia. O termo serviu para designar a forma que tomou a ditadura no Brasil, por exemplo, que, com efeito, foi muito diferente das outras ditaduras latino-americanas. E isso não quer dizer que tenha sido boa.

A gritaria dos “intelectuais” e da “rede” levou a Folha a uma espécie de mea-culpa, a que compareceram até alguns articulistas do jornal. Fábio Konder Comparato, este notável democrata, chegou a sugerir que o diretor de Redação da Folha pedisse perdão de joelhos. Como se fazia durante a revolução cultural da China maoísta! O “escândalo da ditabranda” nunca existiu! Foi inventado pelos petistas — que fingiram estar pessoalmente agravados pela suposta ofensa. Ainda que ela tivesse existido, quem os fez monopolistas da resistência à ditadura? Com quem os petistas estavam dividindo tamanha indignação? Certamente não era com Delfim Netto, um dos signatários do AI-5, em suas conversas com Lula, quando faz crer ao interlocutor que ele entende até de economia. Delfim é mesmo danado!

Mandaram-me dia desses, aliás, um comentário do tal Marcelo Branco, aquele da valorização das ações da Telebras, atribuindo ao tucano Eduardo Graeff a criação da palavra “ditabranda”… De fato, Graeff empregou certa feita a palavra num artigo, em tom crítico, justamente para descaracterizá-la. Se Branco estudasse um pouco e conseguisse pensar algo com mais de 140 toques, saberia que a expressão “ditabranda” é antiga e nem é criação brasileira. Pouco importa isso agora.

Quando os petistas querem sacanear a Folha, patrulhá-la, posando de vítimas, lá vem a pecha: “É o jornal da ditabranda”! Como a própria Folha, de algum modo, admitiu um erro que não cometeu, eles se consideram vitoriosos. E, agora, fizeram o mesmo com a Rede Globo. E não vão parar. O objetivo é acuar os veículos e empurrá-los para uma forma de autocensura. Os petistas pretendem ser aqui mais ou menos como aquelas polícias religiosas de algumas ditaduras islâmicas: estão sempre nas ruas para vigiar os costumes.

Colaboracionismo
Sua ação é bem-sucedida? Acaba sendo, sim. Desde meados da noite de ontem e até quando escrevo, a manchete de “Brasil” da Folha Online, do mesmo grupo que entrou na dança da “ditabranda” é esta: “Globo tira jingle do ar após PT críticar mensagem pró-Serra”. É claro que se trata de um absurdo porque a formulação acata como verdade aquilo que é uma fantasia do PT. A patrulhada Folha, como se nota, presta um serviço a seus patrulhadores.

Com o PT, como se nota, não tem ditabranda. Eles querem é ditadura mesmo! E seu trabalho pode ser facilitado pela sujeição voluntária.

PS – Ah, sim: os patrulhados podem se preparar. Lobos ficam viciados em cordeiro.

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DILMA E OS CABOCLOS

Por Marco Massar 18/04/2010 às 19:19
A democracia é o único sistema de governo que distingue os homens dos animais, e os livres dos escravos. Trair a democracia é trair a dignidade humana. Dilma Roussef e seus comparsas-ministros lutavam para implantar no Brasil uma ditadura socialista como a cubana, salvou-nos o Exército brasileiro. Em seus esconderijos jamais se achou uma bandeira do Brasil; mas somente da URSS, China e Cuba. Isso fala por si.

Qual é o mérito em tentar trocar uma ditadura de direita por uma ditadura de esquerda, onde o povo sairia na pior, sem direito as suas propriedades e liberdades, vivendo apenas para sustentar a rica elite partidária que não trabalha (a Nomenklatura), como se viu em todas as ditaduras socialistas da História? Ou alguém acha que os cursos de guerrilha feitos por Zé Dirceu, Dilma e comparsas nas ditaduras comunistas como Cuba e URSS, eram para capacitá-los a implantar uma Democracia de livre mercado no Brasil?

Dilma, Vanucchi e Franklin Martins não contam ao nosso povo, que na ideologia deles não há liberdade de imprensa, de ir e vir, de propriedade, de escolha pessoal, ou tolerância para diferenças, desde a de opinião e até de sexualidade. Os milhares de gays, opositores e religiosos executados em massa nos porões socialistas, são verdades Históricas inegáveis.

O socialismo sempre fracassará, pois obriga até que se sonhe o sonho deles, e o sonho de cada individuo é único. Os milhões de ucranianos mortos de fome por Stalin por não aceitarem o domínio socialista, clamam até hoje. Igualmente aos 2,5 milhões mortos por Pol Pot no Cambodja, após a vitória comunista no Vietnã. Lembram?

O motivo alegado por Pol Pot: “Eles não aceitaram nossa forma de pensar!” (Pnon Pen, 1979.).

Dilma, FHC, Tarso Genro, Vanucchi, Franklin Martins, Lula e os demais, seguem a mesma ideologia socialista e escravizante de Pol Pot e Stalin; hoje convenientemente disfarçados em pseudo-democratas, como Lula, até chegar a hora certa.

Como dizem os caboclos da Mata Atlântica paulista: “A onça pia o macuco, mas pia feio”. Os brasileiros, como milhões de macucos vão caminhando alienados; sem distinguirem o “piado feio” das onças que os aguardam…

Email:: mmassar@uol.com.br

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está usando a tragédia ambiental que alcançou as principais cidades do Estado do Rio de Janeiro para uma manobra escandalosa: conseguir, da Câmara e do Senado, aval para a concessão de créditos eleitoreiros em favor de órgãos do Executivo e empresas estatais através de Medida Provisória.

Blog do Noblat  http://migre.me/xPB7

Olavo de Carvalho – 19 de maio de 2008

Chamar o sr. Tarso Genro de terrorista e mentiroso, como o fez o deputado Jair Bolsonaro no memorável dia 15 de maio, é uma simples questão de rigor histórico.

Quanto ao primeiro desses qualificativos, o ministro, que participou ativamente de uma organização dedicada a atentados e homicídios – sob a desculpa de lutar contra uma ditadura que ele chamava de assassina mas colocando-se a serviço de outra ditadura incomparavelmente mais assassina -, continua alardeando sua fidelidade ao marxismo, doutrina explicitamente terrorista. Por definição, o porta-voz de uma doutrina terrorista é terrorista, mesmo depois que a idade e as circunstâncias o dispensaram da parte mais grosseira e suja do serviço.

Se o sr. Genro afirma que as práticas terroristas já não se justificam no presente quadro, é manifesto que tem em vista a mera questão da oportunidade tática, excluindo in limine qualquer condenação moral ao terrorismo em si; e é igualmente claro que mesmo sua restrição tática só se aplica ao Brasil, não a outros países da América Latina, de vez que até o momento nem ele, nem o governo que ele representa, nem o partido que os colocou no poder abjuraram jamais da declaração de apoio aos métodos terroristas das Farc, assinada em 2002 no Foro de São Paulo pelo sr. Lula da Silva, declaração que, para cúmulo de cinismo, rotulava de “terrorista”, isto sim, o combate movido contra a narcoguerrilha pelo Exército da Colômbia.

A qualificação de “ex-terrorista”, que a mídia adotou para embelezar a folha corrida de indivíduos como o sr. Genro, é artificiosa e descabida como o seria a de “ex-assassino”. Uma organização terrorista, por definição, não se compõe só dos paus-mandados que colocam bombas em locais onde elas inevitavelmente matarão transeuntes inocentes; nem só dos pistoleiros que armam tocaias para balear gente pelas costas; nem só dos heróicos assaltantes que, de metralhadora em punho, fazem tremer pálidas funcionárias de bancos. Uma organização terrorista é uma hierarquia camuflada e sutil que sobe desde esses bas-fonds até os altos postos da administração, da mídia e da diplomacia, de onde se estende sobre ela o manto protetor das meias-palavras e das desconversas, exatamente como os agentes políticos do Foro de São Paulo em Brasília fazem com as Farc, o MIR chileno e outras gangues de assassinos, seqüestradores e narcotraficantes. Se um soldado é dispensado da batalha, mas removido para posto administrativo, ele não foi para a reserva: está na ativa. Não é um ex-soldado, é um soldado. Se um terrorista já não tem de dar tiros e soltar bombas, mas continua mesclado à rede política que dá proteção ao terrorismo, não é um ex-terrorista: é um terrorista. Servindo ao governo do Foro de São Paulo, o sr. Genro é uma das peças fundamentais da mais imensa máquina terrorista que já existiu no continente. E é claro que por dentro ele se orgulha disso, desprezando e odiando aqueles que vêem aí algum motivo de desonra. Quando ele foi obrigado a ouvir calado as palavras verazes do deputado Bolsonaro, foi de cabeça baixa, mas não de vergonha, e sim de raiva, que ele se submeteu a esse humilhante ritual democrático do qual, como membro ilustre da Nomenklatura, estaria dispensado em Cuba ou na Coréia do Norte. E a raiva mal contida explodiu logo no dia seguinte, fazendo desabar sobre a pessoa do coronel Brilhante Ustra todo o insaciável desejo de vingança, todo o ressentimento insano que os terroristas de Brasília têm contra os militares que preferiram continuar servindo ao Brasil em vez de alistar-se nas tropas revolucionárias de Cuba.

Quanto ao qualificativo de mentiroso, qual outro caberia ao representante de um governo que, tentando ceder um Estado inteiro da Federação aos poderes internacionais, o faz não somente contornando como um ladrão furtivo a autoridade soberana do Congresso, mas usando como pretexto “científico” para a doação um laudo antropológico falso, assinado com nomes de pessoas que nem mesmo sabiam da sua existência?

O pronunciamento do deputado Bolsonaro só pecou por incompletude, que a brevidade explica. Primeiro, não é só o ministro Genro que é terrorista e mentiroso. O governo Lula está repleto deles. Segundo, esses indivíduos não são só terroristas e mentirosos: são traidores do Brasil, mercadores da soberania nacional. Subiram ao poder para doar Roraima aos globalistas, a Petrobrás à Bolívia, Itaipu ao Paraguai, as favelas do Rio às Farc e, por toda parte, terras produtivas à Via Campesina. Nenhum brasileiro lhes deve respeito. O simples fato de alguém como o general Heleno, o deputado Bolsonaro ou até um zé-ninguém como eu lhes dirigir a palavra já é honra que não merecem. Não digo que o lugar deles seja a cadeia, onde há delinqüentes recuperáveis. Nem o cemitério, onde repousam defuntos virtuosos. Nem o lixo, que pode ser reciclado. Não, não há no mundo um espaço apropriado para eles. Talvez somente o inferno os abrigasse. Foi por isso que criaram o Foro de São Paulo. Cada um deles é agora o homem certo no lugar certo.

Lista de brasileiros mortos vítimas de terrorismo pela guerrilha terroristas no Brasil Diógenes do PT – Dilma Roussef e demais terroristas indenizados e os matadores do soldado Mário Kozel Filho

Mario Kosel Filho – um herói anônimo

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cumprimente o general que escreveu este texto  hiramrs@terra.com.br

http://www.inacreditavel.com.br/brasil/mario_kosel.htm

Não é terrorismo? O que é então?

Mário Kosel Filho nasceu no dia 6 de julho de 1949, em São Paulo. Filho de Mário Kosel, gerente da Fiação Campo Belo e Therezinha Vera Kosel. O Kuka, como era conhecido, cursava o antigo colegial, à noite, e fazia parte Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, em Indianópolis, que tinha como símbolo uma rosa e um violão e havia sido idealizado pelo Kuka. – Serviço Militar

Aos 18 anos ingressou no Exército sendo designado para o 4º Regimento de Infantaria, Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna, sendo considerado pelos seus superiores como um Soldado exemplar. Na madrugada fria e de pouca visibilidade do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, as guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que prestavam o serviço militar obrigatório, entre eles, Mário Kosel Filho, que, como todos os outros tinha apenas seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército. Tinham sido alertados a respeito da situação de insegurança que o país atravessava e que os quartéis eram alvos preferenciais de ações terroristas. Foram igualmente informados do assalto ao Hospital Militar, poucos dias antes, em que foram vítimas seus colegas do Regimento.

Um grupo de dez terroristas, da VPR, carregando dinamite em uma camionete Chevrolet, se deslocou em direção ao Quartel General (QG) com a missão de infringir o maior número de vítimas e danos materiais ao QG. Uma das sentinelas, atenta, dispara contra o veículo que se aproximava aceleradamente do portão do Quartel. O soldado Rufino dispara 6 tiros contra o mesmo que se choca contra a parede externa do quartel.

Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se há alguém ferido no seu interior. A carga com 50 quilos de dinamite explode dilacerando seu corpo e espalhando a destruição e morte num raio de 300 metros. Seis militares ficaram feridos: o Coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau.

Diógenes – herói da esquerda escocêsa

Diógenes José Carvalho de Oliveira um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mário Kosel Filho recebeu uma indenização de R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda. Por ter assassinado o soldado Mário Kosel Filho e outros tantos crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Injustiça , Tarso Genro, resolveram premiá-lo.

O facínora Diógenes (Currículo vitae)

– 20/03/1968 – construiu a bomba que explodiu uma na biblioteca da USIS, consulado dos EUA. Três estudantes foram feridos: Edmundo Ribeiro de Mendonça Neto, Vitor Fernando Sicurella Varella e Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda;
– 20/04/1968 – preparou a bomba, que foi lançada contra o jornal O Estado de São Paulo , ferindo três inocentes;
– 22/06/1968 – participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo;
– 26/06/1968 – lançou um carro-bomba contra o Quartel General do II Exército, matando o soldado Mario Kosel Filho, e ferindo mais quinze militares;
– 01/08/1968 – participou do assalto ao Banco Mercantil de São Paulo;
– 20/09/1968 – participou do assalto ao quartel da Força Pública, quando foi morto, a tiros, o sentinela soldado Antonio Carlos Jeffery; – 12/10/1968 – às 8hs e 15min, Diógenes se aproximou do capitão Chandler, do Exército dos EUA, que retirava seu carro da garagem e na frente da mulher e dos seus filhos Luane e Todd de 3 anos, Jeffrey com 4 e Darryl com 9, o assassinou com seis tiros;
– 27/10/1968 – participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca;
– 06/12/1968 – participou do assalto ao Banco do Estado de São Paulo ferindo, a coronhadas, o civil José Bonifácio Guercio;
– 11/12/1968 – assalto à Casa de Armas Diana onde foi ferido a tiros o civil Bonifácio Signori;
– 24/01/1969 – coordenou o assalto ao 4º RI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições;
– 02/03/1969 – Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana;
– 14/03/1970 – foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do cônsul do Japão em São Paulo;
– 1986 – era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo comparsa da VPR e, ironicamente, fazia parte do movimento Tortura Nunca Mais ;
– Na década de 90 – ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes;

Diógenes do PT

Diógenes José Carvalho de Oliveira foi também conhecido pelos codinomes de Leandro , Leonardo , Luiz e Pedro . Durante a CPI da Segurança Pública, no RS, ganhou destaque na mídia uma gravação em que ele dizia estar falando em nome do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, e solicitava que o então chefe da Polícia Civil, delegado Luiz Fernando Tubino, aliviasse a repressão aos bicheiros. Diógenes era o presidente do Clube de Seguros da Cidadania, uma organização criada para arrecadar fundos para o PT.

Vítimas dos heróis da esquerda escocêsa

As famílias dos patriotas abaixo, ao contrário dos celerados membros da camarilha companheira não receberam, até hoje, nenhuma indenização por parte da Comissão de Anistia e do Ministro da Injustiça , Tarso Genro.

12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)
27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)
25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)
25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)
28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)
24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)
07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)
15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)
10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)
31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)
26/06/68 – Mário Kozel (Soldado Do Exército – Sp)
27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)
27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)
01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)
07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)
20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)
12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)
12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)
25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)
07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)
11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)
29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)
29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)
14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)
14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)
08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)
09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)
27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)
04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)
22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)
11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)
24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)
20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)
25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)
31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)
20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)
22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)
30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)
04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)
06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)
07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)
31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)
04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)
04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)
07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)
17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)
17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)
18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)
20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)
11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento
31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)
02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)
10/05/70 – Alberto Mendes (1º Tenente PM – Sp)
11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)
15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)
12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)
19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)
29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)
14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)
21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)
22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)
27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)
10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)
10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)
10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)
12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)
20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )
08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)
24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)
04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)
07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)
15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)
10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)
14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)
09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)
01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)
02/09/71 – Gentil Procópio (Motorista de Praça – Pe)
02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)
–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)
22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)
01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)
10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)
22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)
27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)
13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)
18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)
20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)
25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)
01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)
05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)
15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)
27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)
06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)
12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)
12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)
12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)
08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)
02/06/72 – (Sargento PM – Sp)
29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)
Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)
09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)
23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)
27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)
01/10/72 – Luiz Honório (Civil – Rj)
06/10/72 – Severino F. – José I. (Civis – Pe)
21/02/73 – Manoel Henrique (Comerciante – Sp)
22/02/73 – Pedro Américo Mota (Civil – Rio De Janeiro)
25/02/73 – Octávio Gonçalves Moreira (Del. de Pol – Sp)
…/06/73 – Francisco Valdir (Soldado do Exército – Pa)
10/04/74 – Geraldo José (Soldado PM – Sp)

Solicito publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Rua Dona Eugênia, 1227
Petrópolis – Porto Alegre – RS
90630 150
Telefone:- (51) 3331 6265
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 hiramrs@terra.com.br

Canavial em Borebí-SP é destruído em mais uma ação do “Abril Vermelho”

Se estivesse vivo, Celso Augusto Daniel, ex-prefeito de Santo André, certamente seria um dos integrantes da cúpula do governo do presidente-metalúrgico Lula da Silva. Nascido há exatos 59 anos, em 16 de abril de 1951, Celso Daniel foi encontrado morto, em Juquitiba, na Grande São Paulo, em 18 de janeiro de 2002, ano da primeira campanha presidencial vitoriosa do Partido dos Trabalhadores.

Sequestrado logo após deixar uma concorrida e badalada churrascaria da capital paulista, na companhia do assessor e confidente Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, Celso Daniel foi alvo de um grupo político que discordava do seu posicionamento em relação ao destino dado pelo partido ao dinheiro da propina arrecadada em Santo André e que, em tese, deveria financiar a campanha de Lula. Polpudas quantias foram desviadas para a aquisição de mansões em cidades de veraneio no entorno da capital paulista. Por conta desse antagonismo do pensamento, Celso Daniel despediu-se da vida.

Todos os principais atores da farsa foram acomodados no primeiro escalão do governo Lula da Silva. O ex-padre Gilberto Carvalho, ex-secretário municipal de Santo André, que atuou com determinação nos bastidores da investigação, responde até hoje pela secretaria particular da Presidência da República. Miriam Belchior, ex-namorada de Celso Daniel, foi obrigada a fazer o papel da viúva consternada logo após a confirmação do assassinato para, em seguida, ser guindada a um cargo no Palácio do Planalto. E lá permanece. Luiz Eduardo Greenhalgh, petista de carteirinha, advogado e então deputado federal, foi o responsável pela engenharia jurídica que transformou um crime cometido por discórdia política em crime comum.

No dia em que deveria ser comemorado o 59º aniversário de Celso Daniel, não fosse a volúpia petista pelo dinheiro do submundo, o ucho.info traz novamente, oito anos após a morte do ex-prefeito de Santo André, os principais trechos das gravações telefônicas feitas pela polícia à época dos fatos. Nos trechos selecionados é possível perceber como a farsa foi arquitetada para isentar os verdadeiros culpados.

Lula da Silva e todas as suas reticências familiares repousam no berço esplêndido do poder, enquanto os familiares de Celso Daniel, vítimas de ameaças covardes, continuam perambulando pelo mundo na condição de foragidos políticos.

Na ocasião, a divulgação exclusiva das gravações rendeu ao ucho.info retaliações de toda ordem. Intimidações, perseguições, grampos telefônicos e monitoramento telemático. O editor do site foi alvo de processos judiciais e ameaças de morte.

Confira abaixo os trechos das gravações: http://migre.me/x71J