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Category Archives: Invasores

Canavial em Borebí-SP é destruído em mais uma ação do “Abril Vermelho”

AE – Agência Estado

Nos últimos 25 anos, o período com o maior número de conflitos agrários no País foi o do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com estudo divulgado ontem pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), a média anual de conflitos registrados entre 2003, quando Lula assumiu, e 2009 chegou a 929. O recorde anterior havia sido observado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, com a média de 800 conflitos por ano.

“O período entre 2003 e 2009 é claramente o de maior conflitividade desde o início da redemocratização do País, em 1985”, disse o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, pesquisador da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor do estudo que aponta o grau de tensão no campo em diferentes fases da história recente do País.

Na avaliação de Porto-Gonçalves, esse aumento das tensões na zona agrária nos últimos sete anos tem uma correlação direta com o avanço da democracia. “A eleição de Lula, um operário ligado ao Partido dos Trabalhadores, significou a afirmação do processo de redemocratização, criou enormes expectativas de mudanças e, ao mesmo tempo, açulou o medo das oligarquias rurais, que passaram a reagir com maior intensidade e mais violência”, disse o pesquisador.

“Mas não foi só a violência do poder privado que aumentou. No período recente houve um crescimento notável no número de famílias despejadas de áreas ocupadas, o que significa que a violência do poder público também aumentou.” A média anual de famílias despejadas quase dobrou, passando de 11.781 nos dois últimos anos do governo Fernando Henrique para 22 mil nos 7 anos do governo Lula.

Os números da pesquisa foram apresentados em São Paulo, durante evento organizado para marcar os 25 anos de séries estatísticas da CPT sobre conflitos no campo. Na ocasião, o presidente da comissão, bispo Ladislau Biernaski, também divulgou o relatório de 2009 – indicando que a tensão aumentou em relação a 2008. O número de conflitos, envolvendo invasões, mortes, despejos e outros acontecimentos, subiu de 1.170 para 1.184. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nascido no “ventre” do município de Bagé, assim como outros movimentos da classe ruralista, o Alerta Verde é retomado este mês no Rio Grande do Sul. Essa ação é um contraponto ao Abril Vermelho do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que lembra os 19 colonos assassinados no massacre de Eldorado de Carajás, durante operação da polícia militar.
Os produtores rurais estão retomando o Alerta Verde após invasão da fazenda Bela Vista, em Sananduva, norte do Rio Grande do Sul, na manhã de ontem. O objetivo é monitorar estradas e localidades próximas aos assentamentos e acampamentos dos sem-terra para informar às autoridades sobre qualquer deslocamento.
O coordenador da comissão de Assuntos Fundiários da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Paulo Ricardo Dias, recomenda a todos os sindicatos rurais e suas comissões fundiárias, que se mantenham organizados. “Fiquem em vigília, montem postos de observação em pontos estratégicos e passem informações para a comissão da Farsul”, aconselha.
O coordenador pede que os produtores não façam barreiras e nem entrem em confronto com os sem-terra. “Devemos colher informações e não agir como polícia”, observa.
Em entrevista ao Jornal MINUANO, Dias enfatizou que o movimento Alerta Verde foi muito eficiente para a região de Bagé e agora está sendo expandido para o Estado.
A comissão de Assuntos Fundiários da Farsul está em permanente contato com autoridades e ontem se reuniu na Associação e Sindicato Rural de Bagé, para avaliar a invasão e montar estratégia para o movimento Alerta Verde .
De acordo com informações do site da Farsul, a propriedade invadida pertence ao produtor José Machado, 71 anos, tem 332 hectares e destina-se à produção de milho, trigo e soja. 

(Jornal Minuano – http://www.jornalminuano.com.br/)

JOSÉ MARIA TOMAZELA – Agencia Estado

Um vídeo divulgado hoje pela Polícia Civil de Bauru (SP) mostra que a depredação da fazenda Santo Henrique, da Cutrale, invadida no ano passado pelo Movimento dos Sem-Terra (MST) foi premeditada.

As imagens mostram uma reunião de militantes na qual o coordenador regional do movimento, Miguel da Luz Serpa, se dirige aos invasores planejando as depredações. “Esta é a quarta invasão e viemos aqui para, pelo menos, dar prejuízo a eles.”

Serpa é um das nove pessoas presas durante a Operação Laranja, desencadeada terça-feira pela Polícia Civil, em Iaras e Borebi, região central do Estado.

Em poder dos acusados, a polícia apreendeu adubos, defensivos e equipamentos furtados da propriedade. O vídeo foi apreendido durante as buscas realizadas nas casas dos acusados, no assentamento Zumbi dos Palmares, em Iaras.

O delegado seccional de Bauru, Benedito Antonio Valencise, disse que as imagens são peça importante para comprovar os crimes cometidos pelos sem-terra. Hoje, ele refutou a acusação dos advogados do MST, de que não tiveram acesso ao inquérito que resultou nas prisões.

“O inquérito foi instaurado há vários meses e é público. Apenas não fizemos alarde de algumas diligências para não prejudicar as investigações.” Segundo ele, as prisões temporárias foram decretadas pela Justiça.

Investigações

O coordenador do MST na região de Iaras, Miguel Serpa, preso na Operação Laranja, é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) por desvio de recursos públicos.

Serpa é presidente da Cooperativa dos Assentados da Reforma Agrária na Região de Iaras (Copafi), que firmou convênio com o Incra para cortar uma floresta de pinus adquirida pelo governo federal por R$ 13 milhões. Foram cortados cerca de 400 mil metros cúbicos de madeira.

O dinheiro, que deveria ser revertido aos assentados, foi desviado. O Incra rompeu convênio com a cooperativa. O MPF investiga também ameaças de morte feitas pelo grupo de Serpa a assentados que denunciaram os desvios.

O próprio dirigente foi acusado pelo assentado Genário da Silva de tê-lo “enterrado vivo” no meio de um eucaliptal, deixando apenas o rosto de fora.

O recém-escolhido tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, está tecnicamente certo quando diz que nunca tinha sido acusado de nada nem responde a processo algum, civil ou criminal, por sua atuação na Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Bancoop), de que foi diretor financeiro (entre 2003 e 2004) e presidente (de 2005 até fevereiro passado). Mas os seus protestos de inocência só se sustêm graças à letárgica andadura da Justiça brasileira. Datam de setembro de 2006, há 3 anos e meio portanto, as primeiras denúncias de irregularidades na cooperativa, levantadas pelo Ministério Público (MP) do Estado. Em 2007, foi aberto inquérito criminal para apurar delitos da entidade, como superfaturamento de obras, apropriação indébita, desvio de verba e formação de quadrilha. No ano seguinte, uma testemunha disse ao MP que recursos desviados da Bancoop ajudaram a financiar clandestinamente a vitoriosa campanha presidencial de Lula em 2002.

A testemunha, Hélio Malheiro, era irmão de um ex-presidente da cooperativa, Luiz Eduardo, falecido em um acidente de carro em 2004, juntamente com dois outros dirigentes da instituição. Dizendo-se ameaçado de morte, Hélio foi acolhido no Programa de Proteção a Testemunhas do governo paulista. O seu depoimento foi crucial para o MP caracterizar a Bancoop como uma “organização criminosa” e solicitar a quebra do seu sigilo bancário, como foi noticiado em junho de 2008. Só na semana passada, porém, o promotor responsável pelas investigações, José Carlos Blat, recebeu o papelório ? mais de 8 mil páginas de registros de transações entre 2001 e 2008. E foi com base nessa documentação que ele pediu, na última sexta-feira, o bloqueio das contas da Bancoop e a abertura dos dados bancários e fiscais de João Vaccari Neto, acusando-o de “gestão fraudulenta”.

A apropriação para fins pessoais e políticos dos recursos dos cooperados, fundos de pensão e empréstimos captados pelo sindicato dos bancários transformou 400 famílias em vítimas do conto da casa própria: os imóveis que compraram na planta não foram construídos, mas os lesados continuaram a pagar as respectivas prestações. Segundo a revista Veja, que teve acesso aos autos do inquérito, a Bancoop sacou em dinheiro vivo de suas contas pelo menos R$ 31 milhões. Outros cheques, somando R$ 10 milhões, favoreceram uma empreiteira formada por diretores da entidade, que, por sinal, era sua única cliente conhecida. O responsável pelas obras da cooperativa disse que os pagamentos eram superfaturados em 20%. “Os dirigentes da Bancoop”, apurou Blat, “sangraram os cofres da cooperativa em benefício próprio e também para fomentar campanhas políticas do PT.”

A prova mais gritante foi o R$ 1,5 milhão pago entre 2005 e 2006 ? quando a instituição estava praticamente quebrada ? a uma firma espectral de serviços de segurança, então de propriedade de Freud Godoy, na época segurança de Lula. Cada qual a seu modo, Godoy e Vaccari se envolveram no escândalo do dossiê, a compra abortada pela Polícia Federal de material supostamente incriminador para candidatos tucanos na campanha de 2006. Quando a operação fez água, Lula chamou os seus autores de “aloprados”. Pelo dossiê, os petistas pagariam R$ 1,7 milhão. Nunca se descobriu de onde veio a dinheirama. À luz do que já se sabe das falcatruas da Bancoop, ela pode ter sido a fonte pagadora da baixaria. Tão logo entregou parte da bolada aos encarregados de comprar o dossiê, foi para Vaccari que ligou um dos cabeças da operação, Hamilton Lacerda, então assessor do senador Aloizio Mercadante.

Mas Vaccari não é o primeiro elo da cadeia. Ele deve a sua carreira ao companheiraço Ricardo Berzoini, que presidia o PT até poucas semanas ? e, como tal, foi acusado de autorizar a compra do dossiê. Berzoini alçou o bancário Vaccari à presidência do sindicato da categoria, em 1998. Em 2004, Berzoini salvou a Bancoop da falência, ajudando-a a levantar no mercado R$ 43 milhões ? via fundos de pensão de estatais comandados por petistas do grupo dele e de Vaccari. A Polícia Federal chegou a abrir inquérito sobre o prejuízo imposto aos fundos para favorecer a Bancoop. A rigor, nenhuma surpresa, considerando a folha corrida do PT. Mas, a cada escândalo, mais se aprende sobre a destreza com que a bandidagem petista se apossa do dinheiro alheio para chegar lá ? e ali se manter.

Coluna do Augusto Nunes

“A reforma agrária vem sendo feita de maneira ordenada, dentro da Constituição, e eu não vejo nenhum índice de aumento de violência. O que ocorre é a mobilização de movimentos sociais, em determinadas circunstâncias de uma maneira mais arrojada. Quando eles violam a lei e a Constituição, os Estados têm que operar”.

Tarso Genro, candidato a governador do Rio Grande do Sul e a Secretário-Geral do MST, prova ambulante de que no Brasil qualquer um pode ser ministro da Justiça, informando que invasão de terras é reforma agrária, que o direito de propriedade agora é inconstitucional, que a destruição de laranjais, laboratórios e máquinas agrícolas é uma forma de manifestação pacífica, que organização criminosa é movimento social, que furto qualificado é sinal de arrojo e que, quando a coisa desanda, o problema é dos governos estaduais.

Fonte: http://migre.me/iThS

Dilma Mentiras do Curriculo

Dilma disse que era mestre pela Unicamp no site da Casa Civil e na Plataforma Lattes: MENTIRA!
A VERDADE:
Dilma Rouseff não obteve o título de mestre, confirmou a Unicamp.
Dilma disse que era doutoranda pela Unicamp  no site da Casa Civil e no Sistema Lattes : MENTIRA!
A VERDADE:
Dilma não é doutoranda, pois teve sua matrícula cancelada em 2000, por falta de inscrição, e acabou jubilada pela Unicamp.

Dilma disse na Plataforma Lattes que obteve o mestrado da Unicamp com uma dissertação sobre “Modelo Energético do Estado do Rio Grande do Sul”: MENTIRA!
A VERDADE:
Dilma não apresentou dissertação nem obteve mestrado na Unicamp.

Dilma disse que não concluiu o mestrado porque assumiu a Secretaria da Fazenda da Prefeitura de Porto Alegre: MENTIRA!
A VERDADE:
Dilma só assumiu o cargo de secretária da Fazenda em 1986, três anos depois de ter deixado o curso de mestrado, segundo informou oficialmente a Casa Civil.
Dilma disse que não sabia das informações mentirosas em seu currículo: MENTIRA!
A VERDADE:
Pelo menos em duas ocasiões, quando foi entrevistada pelo programa Roda-Viva, da TV Cultura, Dilma ouviu impassiva as mesmas mentiras sobre seu currículo acadêmico  publicadas pelo site da Casa Civil e pela Plataforma Lattes.
Dilma disse que foi presa por crime de opinião: MENTIRA!
A VERDADE:
Como lembra o jornalista Elio Gaspari, “presos e condenados por crime de opinião foram o historiador Caio Prado Júnior e o deputado Chico Pinto, Dilma Rousseff militou em duas organizações que, programaticamente, defendiam a luta armada para instalar um Governo Popular Revolucionário (Colina, abril de 1968) ou um Governo Revolucionário dos Trabalhadores, expressão da Ditadura do Proletariado (VAR-Palmares, setembro de 1969).”
Dilma disse que não participou da luta armada, que não foi terrorista: MENTIRA!
A VERDADE:
O também ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues testemunha que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado.  “Só em 1969 ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio”.A própria Dilma que contou, em entrevista: “Eu e a Celeste [Maria Celeste Martins, hoje sua assessora] entramos com um balde; eu me lembro bem do balde porque tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável. Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós, estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. Contando isso hoje, parece que nem foi comigo”.
Dilma disse que não tinha feito um dossiê sobre gastos pessoais da dra. Ruth Cardoso e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: MENTIRA!
A VERDADE:
Dilma informou, em um jantar com trinta empresários, que o governo estava colecionando contas de FHC consideradas incriminatórias. O jantar ocorreu um mês antes da ministra tentar justificar como “banco de dados” o dossiê produzido pela Casa Civil.

Sobre o que mais mente Dilma Rousseff?

Fonte: http://www.gentequemente.org.br

SANDRO VILLAR – Agencia Estado: http://migre.me/hOXY

PRESIDENTE PRUDENTE 

Nove militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram presos hoje em Borebi e Iaras (SP). Outros dez conseguiram fugir. As prisões ocorreram durante uma megaoperação que a Polícia Civil batizou de Operação Laranja, com a participação de 150 policiais e 42 viaturas.

Eles são acusados pela Justiça de invadir a fazenda da Cutrale em 26 de outubro do ano passado, quando cerca de sete mil laranjeiras foram destruídas. Entre os presos estão o ex-prefeito de Iaras, Edílson Granjeiro Xavier (PT), de 64 anos, a vereadora Rosemeire Pandarco de Almeida Serpa (PT), e o marido dela, Miguel Serpa, apontado como um dos líderes do MST no centro oeste paulista e de ter comandado a invasão.

Na residência do casal, a polícia encontrou dois revólveres. Uma espingarda também foi apreendida em outra casa. Além das armas, foram apreendidos agrotóxicos e fertilizantes em quantidades não divulgadas. Alertados sobre a chegada da polícia, outros dez militantes estão foragidos.

A prisão temporária dos envolvidos foi decretada pelo juiz Mário Ramos dos Santos, do Fórum de Lençóis Paulista. Ao todo, o magistrado expediu 19 mandados de prisão, busca e apreensão. O juiz listou os crimes: formação de bando ou quadrilha, invasão de terra, furtos e danos materiais.