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Category Archives: Amigo do Lula

“Tarso Genro sob proteção” Do leitor Sérgio Oliveira A Dilma, que agora desmentiu, teria se referido, de forma indireta, ao Serra, que teria “fugido”, ao se exilar, ao passo que ela ficou aqui, enfrentando a ditadura; ela, agora, informa que não foi neste sentido que falou, mas seus “petralhas” continuam a afirmar que foi isto mesmo. Mas vejamos o que segue abaixo, que deu n Blog do jornalista Hugo Studart, em 2 de março de 2009: Tarso Genro sob proteção secreta da família Ustra Recebi de um amigo milico história nada edificante sobre nosso ministro da Justiça Tarso Genro. Republico na íntegra: “Quando ocorreu a revolução de 64, Tarso Genro, então militante de esquerda, temendo ser preso, fugiu para Rivera, no Uruguai, em atitude de auto-exílio. Depois de algum tempo, verificando que ninguém o procurava, resolveu fazer contato com o Dr. José Augusto Brilhante Ustra, irmão do hoje conhecido coronel Ustra, conceituado advogado em Santa Maria, RS. Dr. Augusto era amigo do pai de Tarso e foi, pessoalmente, buscar o filho do amigo de volta ao Brasil. Chegando em Porto Alegre, o advogado e o jovem Tarso procuraram o Coronel Athos Teixeira, sogro do Dr. José Augusto e então secretário de Segurança. Este garantiu que Tarso Genro não seria preso. Posteriormente, sob orientação e proteção do Dr. José Augusto Ustra e do coronel Athos, Tarso entrou para o Curso de Preparação de Oficiais da Reserva de porto Alegre (CPOR/PA), chegando ao posto de tenente R/2 de Artilharia”. Eis uma dica de pauta para meus colegas jornalistas.

Que tal ?

Será verdade ?

 * Sérgio Oliveira é de Charqueadas-RS

Fonte: http://migre.me/yHKE

DILMA E OS CABOCLOS

Por Marco Massar 18/04/2010 às 19:19
A democracia é o único sistema de governo que distingue os homens dos animais, e os livres dos escravos. Trair a democracia é trair a dignidade humana. Dilma Roussef e seus comparsas-ministros lutavam para implantar no Brasil uma ditadura socialista como a cubana, salvou-nos o Exército brasileiro. Em seus esconderijos jamais se achou uma bandeira do Brasil; mas somente da URSS, China e Cuba. Isso fala por si.

Qual é o mérito em tentar trocar uma ditadura de direita por uma ditadura de esquerda, onde o povo sairia na pior, sem direito as suas propriedades e liberdades, vivendo apenas para sustentar a rica elite partidária que não trabalha (a Nomenklatura), como se viu em todas as ditaduras socialistas da História? Ou alguém acha que os cursos de guerrilha feitos por Zé Dirceu, Dilma e comparsas nas ditaduras comunistas como Cuba e URSS, eram para capacitá-los a implantar uma Democracia de livre mercado no Brasil?

Dilma, Vanucchi e Franklin Martins não contam ao nosso povo, que na ideologia deles não há liberdade de imprensa, de ir e vir, de propriedade, de escolha pessoal, ou tolerância para diferenças, desde a de opinião e até de sexualidade. Os milhares de gays, opositores e religiosos executados em massa nos porões socialistas, são verdades Históricas inegáveis.

O socialismo sempre fracassará, pois obriga até que se sonhe o sonho deles, e o sonho de cada individuo é único. Os milhões de ucranianos mortos de fome por Stalin por não aceitarem o domínio socialista, clamam até hoje. Igualmente aos 2,5 milhões mortos por Pol Pot no Cambodja, após a vitória comunista no Vietnã. Lembram?

O motivo alegado por Pol Pot: “Eles não aceitaram nossa forma de pensar!” (Pnon Pen, 1979.).

Dilma, FHC, Tarso Genro, Vanucchi, Franklin Martins, Lula e os demais, seguem a mesma ideologia socialista e escravizante de Pol Pot e Stalin; hoje convenientemente disfarçados em pseudo-democratas, como Lula, até chegar a hora certa.

Como dizem os caboclos da Mata Atlântica paulista: “A onça pia o macuco, mas pia feio”. Os brasileiros, como milhões de macucos vão caminhando alienados; sem distinguirem o “piado feio” das onças que os aguardam…

Email:: mmassar@uol.com.br

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está usando a tragédia ambiental que alcançou as principais cidades do Estado do Rio de Janeiro para uma manobra escandalosa: conseguir, da Câmara e do Senado, aval para a concessão de créditos eleitoreiros em favor de órgãos do Executivo e empresas estatais através de Medida Provisória.

Blog do Noblat  http://migre.me/xPB7

Olavo de Carvalho – 19 de maio de 2008

Chamar o sr. Tarso Genro de terrorista e mentiroso, como o fez o deputado Jair Bolsonaro no memorável dia 15 de maio, é uma simples questão de rigor histórico.

Quanto ao primeiro desses qualificativos, o ministro, que participou ativamente de uma organização dedicada a atentados e homicídios – sob a desculpa de lutar contra uma ditadura que ele chamava de assassina mas colocando-se a serviço de outra ditadura incomparavelmente mais assassina -, continua alardeando sua fidelidade ao marxismo, doutrina explicitamente terrorista. Por definição, o porta-voz de uma doutrina terrorista é terrorista, mesmo depois que a idade e as circunstâncias o dispensaram da parte mais grosseira e suja do serviço.

Se o sr. Genro afirma que as práticas terroristas já não se justificam no presente quadro, é manifesto que tem em vista a mera questão da oportunidade tática, excluindo in limine qualquer condenação moral ao terrorismo em si; e é igualmente claro que mesmo sua restrição tática só se aplica ao Brasil, não a outros países da América Latina, de vez que até o momento nem ele, nem o governo que ele representa, nem o partido que os colocou no poder abjuraram jamais da declaração de apoio aos métodos terroristas das Farc, assinada em 2002 no Foro de São Paulo pelo sr. Lula da Silva, declaração que, para cúmulo de cinismo, rotulava de “terrorista”, isto sim, o combate movido contra a narcoguerrilha pelo Exército da Colômbia.

A qualificação de “ex-terrorista”, que a mídia adotou para embelezar a folha corrida de indivíduos como o sr. Genro, é artificiosa e descabida como o seria a de “ex-assassino”. Uma organização terrorista, por definição, não se compõe só dos paus-mandados que colocam bombas em locais onde elas inevitavelmente matarão transeuntes inocentes; nem só dos pistoleiros que armam tocaias para balear gente pelas costas; nem só dos heróicos assaltantes que, de metralhadora em punho, fazem tremer pálidas funcionárias de bancos. Uma organização terrorista é uma hierarquia camuflada e sutil que sobe desde esses bas-fonds até os altos postos da administração, da mídia e da diplomacia, de onde se estende sobre ela o manto protetor das meias-palavras e das desconversas, exatamente como os agentes políticos do Foro de São Paulo em Brasília fazem com as Farc, o MIR chileno e outras gangues de assassinos, seqüestradores e narcotraficantes. Se um soldado é dispensado da batalha, mas removido para posto administrativo, ele não foi para a reserva: está na ativa. Não é um ex-soldado, é um soldado. Se um terrorista já não tem de dar tiros e soltar bombas, mas continua mesclado à rede política que dá proteção ao terrorismo, não é um ex-terrorista: é um terrorista. Servindo ao governo do Foro de São Paulo, o sr. Genro é uma das peças fundamentais da mais imensa máquina terrorista que já existiu no continente. E é claro que por dentro ele se orgulha disso, desprezando e odiando aqueles que vêem aí algum motivo de desonra. Quando ele foi obrigado a ouvir calado as palavras verazes do deputado Bolsonaro, foi de cabeça baixa, mas não de vergonha, e sim de raiva, que ele se submeteu a esse humilhante ritual democrático do qual, como membro ilustre da Nomenklatura, estaria dispensado em Cuba ou na Coréia do Norte. E a raiva mal contida explodiu logo no dia seguinte, fazendo desabar sobre a pessoa do coronel Brilhante Ustra todo o insaciável desejo de vingança, todo o ressentimento insano que os terroristas de Brasília têm contra os militares que preferiram continuar servindo ao Brasil em vez de alistar-se nas tropas revolucionárias de Cuba.

Quanto ao qualificativo de mentiroso, qual outro caberia ao representante de um governo que, tentando ceder um Estado inteiro da Federação aos poderes internacionais, o faz não somente contornando como um ladrão furtivo a autoridade soberana do Congresso, mas usando como pretexto “científico” para a doação um laudo antropológico falso, assinado com nomes de pessoas que nem mesmo sabiam da sua existência?

O pronunciamento do deputado Bolsonaro só pecou por incompletude, que a brevidade explica. Primeiro, não é só o ministro Genro que é terrorista e mentiroso. O governo Lula está repleto deles. Segundo, esses indivíduos não são só terroristas e mentirosos: são traidores do Brasil, mercadores da soberania nacional. Subiram ao poder para doar Roraima aos globalistas, a Petrobrás à Bolívia, Itaipu ao Paraguai, as favelas do Rio às Farc e, por toda parte, terras produtivas à Via Campesina. Nenhum brasileiro lhes deve respeito. O simples fato de alguém como o general Heleno, o deputado Bolsonaro ou até um zé-ninguém como eu lhes dirigir a palavra já é honra que não merecem. Não digo que o lugar deles seja a cadeia, onde há delinqüentes recuperáveis. Nem o cemitério, onde repousam defuntos virtuosos. Nem o lixo, que pode ser reciclado. Não, não há no mundo um espaço apropriado para eles. Talvez somente o inferno os abrigasse. Foi por isso que criaram o Foro de São Paulo. Cada um deles é agora o homem certo no lugar certo.

Lista de brasileiros mortos vítimas de terrorismo pela guerrilha terroristas no Brasil Diógenes do PT – Dilma Roussef e demais terroristas indenizados e os matadores do soldado Mário Kozel Filho

Mario Kosel Filho – um herói anônimo

 http://www.amazoniaenossaselva.com.br

cumprimente o general que escreveu este texto  hiramrs@terra.com.br

http://www.inacreditavel.com.br/brasil/mario_kosel.htm

Não é terrorismo? O que é então?

Mário Kosel Filho nasceu no dia 6 de julho de 1949, em São Paulo. Filho de Mário Kosel, gerente da Fiação Campo Belo e Therezinha Vera Kosel. O Kuka, como era conhecido, cursava o antigo colegial, à noite, e fazia parte Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, em Indianópolis, que tinha como símbolo uma rosa e um violão e havia sido idealizado pelo Kuka. – Serviço Militar

Aos 18 anos ingressou no Exército sendo designado para o 4º Regimento de Infantaria, Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna, sendo considerado pelos seus superiores como um Soldado exemplar. Na madrugada fria e de pouca visibilidade do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, as guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que prestavam o serviço militar obrigatório, entre eles, Mário Kosel Filho, que, como todos os outros tinha apenas seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército. Tinham sido alertados a respeito da situação de insegurança que o país atravessava e que os quartéis eram alvos preferenciais de ações terroristas. Foram igualmente informados do assalto ao Hospital Militar, poucos dias antes, em que foram vítimas seus colegas do Regimento.

Um grupo de dez terroristas, da VPR, carregando dinamite em uma camionete Chevrolet, se deslocou em direção ao Quartel General (QG) com a missão de infringir o maior número de vítimas e danos materiais ao QG. Uma das sentinelas, atenta, dispara contra o veículo que se aproximava aceleradamente do portão do Quartel. O soldado Rufino dispara 6 tiros contra o mesmo que se choca contra a parede externa do quartel.

Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se há alguém ferido no seu interior. A carga com 50 quilos de dinamite explode dilacerando seu corpo e espalhando a destruição e morte num raio de 300 metros. Seis militares ficaram feridos: o Coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau.

Diógenes – herói da esquerda escocêsa

Diógenes José Carvalho de Oliveira um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mário Kosel Filho recebeu uma indenização de R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda. Por ter assassinado o soldado Mário Kosel Filho e outros tantos crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Injustiça , Tarso Genro, resolveram premiá-lo.

O facínora Diógenes (Currículo vitae)

– 20/03/1968 – construiu a bomba que explodiu uma na biblioteca da USIS, consulado dos EUA. Três estudantes foram feridos: Edmundo Ribeiro de Mendonça Neto, Vitor Fernando Sicurella Varella e Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda;
– 20/04/1968 – preparou a bomba, que foi lançada contra o jornal O Estado de São Paulo , ferindo três inocentes;
– 22/06/1968 – participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo;
– 26/06/1968 – lançou um carro-bomba contra o Quartel General do II Exército, matando o soldado Mario Kosel Filho, e ferindo mais quinze militares;
– 01/08/1968 – participou do assalto ao Banco Mercantil de São Paulo;
– 20/09/1968 – participou do assalto ao quartel da Força Pública, quando foi morto, a tiros, o sentinela soldado Antonio Carlos Jeffery; – 12/10/1968 – às 8hs e 15min, Diógenes se aproximou do capitão Chandler, do Exército dos EUA, que retirava seu carro da garagem e na frente da mulher e dos seus filhos Luane e Todd de 3 anos, Jeffrey com 4 e Darryl com 9, o assassinou com seis tiros;
– 27/10/1968 – participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca;
– 06/12/1968 – participou do assalto ao Banco do Estado de São Paulo ferindo, a coronhadas, o civil José Bonifácio Guercio;
– 11/12/1968 – assalto à Casa de Armas Diana onde foi ferido a tiros o civil Bonifácio Signori;
– 24/01/1969 – coordenou o assalto ao 4º RI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições;
– 02/03/1969 – Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana;
– 14/03/1970 – foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do cônsul do Japão em São Paulo;
– 1986 – era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo comparsa da VPR e, ironicamente, fazia parte do movimento Tortura Nunca Mais ;
– Na década de 90 – ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes;

Diógenes do PT

Diógenes José Carvalho de Oliveira foi também conhecido pelos codinomes de Leandro , Leonardo , Luiz e Pedro . Durante a CPI da Segurança Pública, no RS, ganhou destaque na mídia uma gravação em que ele dizia estar falando em nome do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, e solicitava que o então chefe da Polícia Civil, delegado Luiz Fernando Tubino, aliviasse a repressão aos bicheiros. Diógenes era o presidente do Clube de Seguros da Cidadania, uma organização criada para arrecadar fundos para o PT.

Vítimas dos heróis da esquerda escocêsa

As famílias dos patriotas abaixo, ao contrário dos celerados membros da camarilha companheira não receberam, até hoje, nenhuma indenização por parte da Comissão de Anistia e do Ministro da Injustiça , Tarso Genro.

12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)
27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)
25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)
25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)
28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)
24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)
07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)
15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)
10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)
31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)
26/06/68 – Mário Kozel (Soldado Do Exército – Sp)
27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)
27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)
01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)
07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)
20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)
12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)
12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)
25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)
07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)
11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)
29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)
29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)
14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)
14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)
08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)
09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)
27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)
04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)
22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)
11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)
24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)
20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)
25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)
31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)
20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)
22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)
30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)
04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)
06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)
07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)
31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)
04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)
04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)
07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)
17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)
17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)
18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)
20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)
11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento
31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)
02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)
10/05/70 – Alberto Mendes (1º Tenente PM – Sp)
11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)
15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)
12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)
19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)
29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)
14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)
21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)
22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)
27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)
10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)
10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)
10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)
12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)
20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )
08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)
24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)
04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)
07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)
15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)
10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)
14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)
09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)
01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)
02/09/71 – Gentil Procópio (Motorista de Praça – Pe)
02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)
–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)
22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)
01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)
10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)
22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)
27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)
13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)
18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)
20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)
25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)
01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)
05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)
15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)
27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)
06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)
12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)
12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)
12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)
08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)
02/06/72 – (Sargento PM – Sp)
29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)
Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)
09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)
23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)
27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)
01/10/72 – Luiz Honório (Civil – Rj)
06/10/72 – Severino F. – José I. (Civis – Pe)
21/02/73 – Manoel Henrique (Comerciante – Sp)
22/02/73 – Pedro Américo Mota (Civil – Rio De Janeiro)
25/02/73 – Octávio Gonçalves Moreira (Del. de Pol – Sp)
…/06/73 – Francisco Valdir (Soldado do Exército – Pa)
10/04/74 – Geraldo José (Soldado PM – Sp)

Solicito publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Rua Dona Eugênia, 1227
Petrópolis – Porto Alegre – RS
90630 150
Telefone:- (51) 3331 6265
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Canavial em Borebí-SP é destruído em mais uma ação do “Abril Vermelho”

Se estivesse vivo, Celso Augusto Daniel, ex-prefeito de Santo André, certamente seria um dos integrantes da cúpula do governo do presidente-metalúrgico Lula da Silva. Nascido há exatos 59 anos, em 16 de abril de 1951, Celso Daniel foi encontrado morto, em Juquitiba, na Grande São Paulo, em 18 de janeiro de 2002, ano da primeira campanha presidencial vitoriosa do Partido dos Trabalhadores.

Sequestrado logo após deixar uma concorrida e badalada churrascaria da capital paulista, na companhia do assessor e confidente Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, Celso Daniel foi alvo de um grupo político que discordava do seu posicionamento em relação ao destino dado pelo partido ao dinheiro da propina arrecadada em Santo André e que, em tese, deveria financiar a campanha de Lula. Polpudas quantias foram desviadas para a aquisição de mansões em cidades de veraneio no entorno da capital paulista. Por conta desse antagonismo do pensamento, Celso Daniel despediu-se da vida.

Todos os principais atores da farsa foram acomodados no primeiro escalão do governo Lula da Silva. O ex-padre Gilberto Carvalho, ex-secretário municipal de Santo André, que atuou com determinação nos bastidores da investigação, responde até hoje pela secretaria particular da Presidência da República. Miriam Belchior, ex-namorada de Celso Daniel, foi obrigada a fazer o papel da viúva consternada logo após a confirmação do assassinato para, em seguida, ser guindada a um cargo no Palácio do Planalto. E lá permanece. Luiz Eduardo Greenhalgh, petista de carteirinha, advogado e então deputado federal, foi o responsável pela engenharia jurídica que transformou um crime cometido por discórdia política em crime comum.

No dia em que deveria ser comemorado o 59º aniversário de Celso Daniel, não fosse a volúpia petista pelo dinheiro do submundo, o ucho.info traz novamente, oito anos após a morte do ex-prefeito de Santo André, os principais trechos das gravações telefônicas feitas pela polícia à época dos fatos. Nos trechos selecionados é possível perceber como a farsa foi arquitetada para isentar os verdadeiros culpados.

Lula da Silva e todas as suas reticências familiares repousam no berço esplêndido do poder, enquanto os familiares de Celso Daniel, vítimas de ameaças covardes, continuam perambulando pelo mundo na condição de foragidos políticos.

Na ocasião, a divulgação exclusiva das gravações rendeu ao ucho.info retaliações de toda ordem. Intimidações, perseguições, grampos telefônicos e monitoramento telemático. O editor do site foi alvo de processos judiciais e ameaças de morte.

Confira abaixo os trechos das gravações: http://migre.me/x71J

AE – Agência Estado

Nos últimos 25 anos, o período com o maior número de conflitos agrários no País foi o do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com estudo divulgado ontem pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), a média anual de conflitos registrados entre 2003, quando Lula assumiu, e 2009 chegou a 929. O recorde anterior havia sido observado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, com a média de 800 conflitos por ano.

“O período entre 2003 e 2009 é claramente o de maior conflitividade desde o início da redemocratização do País, em 1985”, disse o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, pesquisador da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor do estudo que aponta o grau de tensão no campo em diferentes fases da história recente do País.

Na avaliação de Porto-Gonçalves, esse aumento das tensões na zona agrária nos últimos sete anos tem uma correlação direta com o avanço da democracia. “A eleição de Lula, um operário ligado ao Partido dos Trabalhadores, significou a afirmação do processo de redemocratização, criou enormes expectativas de mudanças e, ao mesmo tempo, açulou o medo das oligarquias rurais, que passaram a reagir com maior intensidade e mais violência”, disse o pesquisador.

“Mas não foi só a violência do poder privado que aumentou. No período recente houve um crescimento notável no número de famílias despejadas de áreas ocupadas, o que significa que a violência do poder público também aumentou.” A média anual de famílias despejadas quase dobrou, passando de 11.781 nos dois últimos anos do governo Fernando Henrique para 22 mil nos 7 anos do governo Lula.

Os números da pesquisa foram apresentados em São Paulo, durante evento organizado para marcar os 25 anos de séries estatísticas da CPT sobre conflitos no campo. Na ocasião, o presidente da comissão, bispo Ladislau Biernaski, também divulgou o relatório de 2009 – indicando que a tensão aumentou em relação a 2008. O número de conflitos, envolvendo invasões, mortes, despejos e outros acontecimentos, subiu de 1.170 para 1.184. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Usar de todos os meios para derrubar a ditadura e convocar eleições gerais livres e abertas a todos os partidos.

Seria patriótico e democrático, se não fosse mentira. O objetivo da luta armada no Brasil era trocar uma ditadura por outra, baseada na revolução cubana. Zé Dirceu, Dilma e Tarso Genro se orgulham disto. Cegos de fé, juventude e generosidade, sonhavam com uma ditadura legitima, do bem, porque do povo, do proletariado. Também acreditei nisto, como muitos jovens oprimidos e ingênuos, até que a razão, os fatos e a história me convenceram do engano.

Mas uma loba guerrilheira nunca vai admitir que, além de um erro estratégico e político, a sua luta e o sacrifício de tantos companheiros eram para instituir uma ditadura socialista no Brasil. Dirá que foi pela liberdade do povo. A mesma que os cubanos têm hoje? Ninguém ousa lhe perguntar.

Muitos dos seus ex-companheiros de armas, graças à democracia, ocupam postos importantes no governo, e reconhecem que a luta armada foi um erro de avaliação, talvez por excesso de juventude e generosidade. Mas ela nunca reconhecerá, nem que a vaca tussa. Ela não abandonou o barco nem fugiu da luta, não avaliou que seu sacrifício e de tantos companheiros poderia se voltar contra eles, como uma greve de fome, e até atrasar o processo de redemocratização. Mas, para versões bolcheviques de velhos hippies de rabo de cavalo, parece que o sonho não acabou.

Cordeiro em pele de lobo, Lula, o raposão, jamais sonhou com uma cubanização do Brasil. Cresceu e se desenvolveu como sindicalista por sua inteligência e capacidade de negociação. Loba em pele de loba, ela se acostumou a planejar e a mandar — e obedecer ao chefe — no que deve ser competente: é condição indispensável a uma gestora de gestores.

Lula também tem um lado lobo, quando esbraveja e bravateia nos palanques, mas deve as maiores conquistas do seu governo, e sua popularidade, à sua formação e aptidão de grande negociador, que o levou a harmonizar partidos, corporações e interesses conflitantes para o sucesso de seus programas econômicos e sociais. Mas a loba ama a luta.

Na exposição “Eu, Porto Alegre, a Cidade do Futuro”, o prefeito José Fogaça dá uma pedalada virtual no módulo Ciclovias.

Um votinho ali, outro aqui…

O que não se faz em ano de eleição?

O candidato  ao governo do estado, lembrou-me  de uma animação franco-belga-canadense dirigido por Sylvain Chomet:

As bicicletas de Belleville (Les triplettes de Belleville)

O ELO PERDIDO DO MENSALÃO

O corretor de câmbio Lúcio Funaro prestou seis depoimentos sigilosos à Procuradoria-Geral da República, nos quais narrou como funcionava a arrecadação de propina petista nos fundos de pensão: “Ele (João Vaccari, á esq.) cobra 12% de comissão para o partido”

Além de desviar dinheiro da Bancoop, o tesoureiro do partido
arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão cobrando propina

Fonte: http://migre.me/pSH3


É inusitada a situação da deputada Stela Farias, do PT, porque a parlamentar não consegue administrar seus próprios bens há quase três anos, desde que o Ministério Público ajuizou ação cível para obrigá-la a devolver R$ 3 milhões do Fundo de Aposentadoria dos Servidores Municipais da Prefeitura de Alvorada, dinheiro investido no falido Banco Santos. O processo está nos memoriais.

Qual será a ligação de:

Banco Santos + Stela Farias+ PT+Mensalão=??????

Fonte: http://migre.me/punV

PETISTAS JÁ DEFLAGRARAM A TENTATIVA DE BAGUNCISMO EM SP DE OLHO NAS URNAS. GREVISTAS DA APEOESP FERRAM AS CRIANÇAS E GRITAM: “DIL-MA; DIL-MA”!!!

Blog do Reinaldo Azevedo:  http://migre.me/pudm


O fonoaudiólogo Gregory Bloch ensina Dilma a pronunciar ‘companheiroç’ e ‘brafileiroç’ com o charme da língua ‘pleça’

Fontes ligadas ao PT manifestaram um entusiasmo apenas moderado com os resultados das pesquisas eleitorais que serão divulgadas esta semana. Dados do Ibope e do DataFolha relativos à corrida presidencial de 2010 indicariam que a candidata petista chegou a um empate técnico com o governador de São Paulo, José Serra. A moderação se explicaria pelo fato de Dilma ter entrado na campanha em 1997, enquanto Serra já deixou claro que só anunciará sua intenção de concorrer em julho de 3012 – e mesmo assim, somente se o tataraneto3 de Aécio Neves concordar em ser vice em sua chapa. Diante deste quadro, pessoas ligadas à campanha de Dilma julgam que ela já deveria ter ultrapassado o governador. Em reunião de emergência, o marqueteiro do PT, João Santana, teria sido enfático. Fontes presentes no encontro ouviram-no dizer que “com essa dicção perfeita ela não vai chegar a lugar nenhum.” Santana deixou claro que, caso Dilma não comece logo a falar com a língua presa, ele abandonará a campanha. Observadores avaliam que esta seria a última cartada da ministra. Nos últimos doze meses, ela já fez uma cirurgia plástica, maquiou inaugurações de obras públicas, mudou o penteado e, com muito esforço, aprendeu a sorrir. “Nada disso se compara a uma boa língua presa”, declarou o senador Aloizio Mercadante, que reconhece ter perdido a última eleição para o governo de São Paulo por ter passado a campanha inteira escandindo com perfeição cada sílaba pronunciada. Pesquisas encomendadas por Santana deixam claro que a língua presa do presidente Lula é um ativo tão valioso quanto as pintas nos rostos de Cindy Crawford e Eri Johnson. “Contrataremos um fonoaudiólogo para ensinar Dilma a falar ‘companheiroç’ e ‘brafileiroç’”, disse uma pessoa próxima a Santana, “além de um profissional que a ajude a inventar metáforas futebolísticas.” Assustado, José Serra teria contratado a empresa Mega Hair e, em breve, aparecerá em público com o topete de Fernando Henrique Cardoso e Itamar Franco.

Fonte: http://migre.me/pu1D

A mentira entorta a boca petista: ao contrário do que afirma o líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza (PT-SP), o tesoureiro do partido, fundador e ex-diretor João Vaccari Neto entrou para o conselho fiscal da Cooperativa Nacional dos Bancários em 1998. Vacarezza rebateu as acusações de suposto desvio de R$ 31 milhões para o PT, alegando que Vaccari só “entrou em 2005” e para “sanear as contas”.

Fonte: http://migre.me/mM65


A ministra da Casa Civil e candidata à sucessão de Lula, Dilma Rousseff, receberá um salário do PT depois que deixar o cargo no final do mês para disputar as eleições. A informação foi confirmada pelo presidente nacional da sigla, José Eduardo Dutra.

. Segundo o jornal Folha de S.paulo, o mais provável é que ela receba uma remuneração de cerca de R$ 10 mil, valor próximo ao que recebe como ministra, R$ 10.748 brutos. O PT também alugará dois imóveis para Dilma em Brasília: um escritório político e uma casa.

. De acordo com o presidente da sigla, Dilma sairá da Casa Civil em 29 ou 30 de março. Em seu lugar assumirá a secretária-executiva, Erenice Guerra, braço direito da candidata.

José Carlos Blat diz não ter dúvida de que uma fatia desse montante foi destinada a campanhas eleitorais do partido

Pode ultrapassar R$ 100 milhões o total do desvio de recursos da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), calcula o promotor de Justiça José Carlos Blat, da 1ª Promotoria Criminal da Capital. “A movimentação sob suspeita indica que o rombo supera R$ 100 milhões”, disse Blat, após análise parcial de 8,5 mil extratos bancários da cooperativa, relativos ao período de 2001 a 2008.

Blat está convencido de que uma fatia do montante foi destinada a campanhas eleitorais do PT – ele não aponta valores exatos que teriam tomado esse rumo porque, alega, depende de investigações complementares.

Na sexta-feira, o promotor requereu a quebra do sigilo bancário e fiscal de João Vaccari Neto, que presidiu a cooperativa até fevereiro, quando deixou o cargo para assumir o posto de tesoureiro do PT. Também foi pedida uma devassa nos investimentos de dois ex-diretores da entidade, Ana Maria Érnica e Tomás Edson Botelho Fraga. O promotor quer o bloqueio das contas da Bancoop.

“Que houve desvio eu não tenho mais dúvida alguma”, diz o promotor, após dois anos e meio de apuração. “Os dirigentes da cooperativa transformaram-na em negócio lucrativo, utilizando os benefícios da lei para lesar milhares de cooperados que aderiram através de contratos para a construção de moradias. Uma parte desse dinheiro foi para o PT, outra parte para o enriquecimento ilícito de ex-dirigentes da Bancoop.”

Ele identificou “milhares de movimentações financeiras fraudulentas visando a ludibriar os cooperados”. O promotor identificou “operações inusitadas, obviamente para mascarar o desvio de dinheiro para caixa 2 de campanhas eleitorais”.

REPASSE

O inquérito revela que um ex-presidente da cooperativa, Luiz Eduardo Malheiro, tinha participações como sócio-cotista da Germany Comercial e Empreiteira de Obras Ltda, responsável pela construção dos empreendimentos da Bancoop. Malheiro fazia parte da diretoria da Mirante Artefatos Ltda, contratada da Bancoop para fornecimento de concreto. Ele morreu em novembro de 2004, em acidente de carro em Petrolina (PE). Ao Ministério Público, seu irmão, Hélio Malheiro, afirmou que “muitas vezes se via obrigado a entregar valores de grande monta” para o PT.

O rastreamento bancário aponta repasses da Germany para o partido. “A doação efetuada pela Germany para o comitê financeiro do Partido dos Trabalhadores tem apenas aparência lícita, pois foi uma forma fraudulenta de burlar a legislação eleitoral que os dirigentes da Bancoop, que pertencem a referido partido político, encontraram para beneficiar seus candidatos”, diz Blat.

“Os dirigentes da Bancoop, através de empresa de fachada, operaram esquema de caixa 2 para fomentar campanhas eleitorais”, afirma. “O exame dos documentos bancários indica que a cooperativa emitia cheques, valendo-se do expediente de saques na boca do caixa, sem indicar o destinatário e tampouco constando a identificação dos portadores. Cerca de 40% da movimentação das contas da Bancoop teve os recursos sacados em dinheiro.”

REAÇÃO

Vaccari lançou um desafio. “Blat tinha que colocar o que diz nos autos. O fato é que não existe nenhum processo contra dirigentes da Bancoop na época, nem contra mim, nem contra outros. Ele faz agitação eleitoral, mas não coloca nada nos autos. É inalienável o direito de defesa de qualquer cidadão.”

Para o advogado da Bancoop, Pedro Dallari, “é maluquice” a estimativa dos R$ 100 milhões. “Eu não sei nem de onde ele tirou isso. Hoje a cooperativa é credora, ela tem a receber dos cooperados.” Dallari aponta “erro infantil” no exame dos cheques. “Ignoraram o que é movimentação interbancária.”

“A cooperativa é sujeita a controles e auditoria permanente. Todos os balanços e as demonstrações financeiras são verificadas. É evidente que não poderia haver uma única transferência para o PT que não fosse transparente”, diz o criminalista.

Fonte: http://www.estadao.com.br

O recém-escolhido tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, está tecnicamente certo quando diz que nunca tinha sido acusado de nada nem responde a processo algum, civil ou criminal, por sua atuação na Cooperativa Habitacional do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Bancoop), de que foi diretor financeiro (entre 2003 e 2004) e presidente (de 2005 até fevereiro passado). Mas os seus protestos de inocência só se sustêm graças à letárgica andadura da Justiça brasileira. Datam de setembro de 2006, há 3 anos e meio portanto, as primeiras denúncias de irregularidades na cooperativa, levantadas pelo Ministério Público (MP) do Estado. Em 2007, foi aberto inquérito criminal para apurar delitos da entidade, como superfaturamento de obras, apropriação indébita, desvio de verba e formação de quadrilha. No ano seguinte, uma testemunha disse ao MP que recursos desviados da Bancoop ajudaram a financiar clandestinamente a vitoriosa campanha presidencial de Lula em 2002.

A testemunha, Hélio Malheiro, era irmão de um ex-presidente da cooperativa, Luiz Eduardo, falecido em um acidente de carro em 2004, juntamente com dois outros dirigentes da instituição. Dizendo-se ameaçado de morte, Hélio foi acolhido no Programa de Proteção a Testemunhas do governo paulista. O seu depoimento foi crucial para o MP caracterizar a Bancoop como uma “organização criminosa” e solicitar a quebra do seu sigilo bancário, como foi noticiado em junho de 2008. Só na semana passada, porém, o promotor responsável pelas investigações, José Carlos Blat, recebeu o papelório ? mais de 8 mil páginas de registros de transações entre 2001 e 2008. E foi com base nessa documentação que ele pediu, na última sexta-feira, o bloqueio das contas da Bancoop e a abertura dos dados bancários e fiscais de João Vaccari Neto, acusando-o de “gestão fraudulenta”.

A apropriação para fins pessoais e políticos dos recursos dos cooperados, fundos de pensão e empréstimos captados pelo sindicato dos bancários transformou 400 famílias em vítimas do conto da casa própria: os imóveis que compraram na planta não foram construídos, mas os lesados continuaram a pagar as respectivas prestações. Segundo a revista Veja, que teve acesso aos autos do inquérito, a Bancoop sacou em dinheiro vivo de suas contas pelo menos R$ 31 milhões. Outros cheques, somando R$ 10 milhões, favoreceram uma empreiteira formada por diretores da entidade, que, por sinal, era sua única cliente conhecida. O responsável pelas obras da cooperativa disse que os pagamentos eram superfaturados em 20%. “Os dirigentes da Bancoop”, apurou Blat, “sangraram os cofres da cooperativa em benefício próprio e também para fomentar campanhas políticas do PT.”

A prova mais gritante foi o R$ 1,5 milhão pago entre 2005 e 2006 ? quando a instituição estava praticamente quebrada ? a uma firma espectral de serviços de segurança, então de propriedade de Freud Godoy, na época segurança de Lula. Cada qual a seu modo, Godoy e Vaccari se envolveram no escândalo do dossiê, a compra abortada pela Polícia Federal de material supostamente incriminador para candidatos tucanos na campanha de 2006. Quando a operação fez água, Lula chamou os seus autores de “aloprados”. Pelo dossiê, os petistas pagariam R$ 1,7 milhão. Nunca se descobriu de onde veio a dinheirama. À luz do que já se sabe das falcatruas da Bancoop, ela pode ter sido a fonte pagadora da baixaria. Tão logo entregou parte da bolada aos encarregados de comprar o dossiê, foi para Vaccari que ligou um dos cabeças da operação, Hamilton Lacerda, então assessor do senador Aloizio Mercadante.

Mas Vaccari não é o primeiro elo da cadeia. Ele deve a sua carreira ao companheiraço Ricardo Berzoini, que presidia o PT até poucas semanas ? e, como tal, foi acusado de autorizar a compra do dossiê. Berzoini alçou o bancário Vaccari à presidência do sindicato da categoria, em 1998. Em 2004, Berzoini salvou a Bancoop da falência, ajudando-a a levantar no mercado R$ 43 milhões ? via fundos de pensão de estatais comandados por petistas do grupo dele e de Vaccari. A Polícia Federal chegou a abrir inquérito sobre o prejuízo imposto aos fundos para favorecer a Bancoop. A rigor, nenhuma surpresa, considerando a folha corrida do PT. Mas, a cada escândalo, mais se aprende sobre a destreza com que a bandidagem petista se apossa do dinheiro alheio para chegar lá ? e ali se manter.

por Dora Kramer

Em princípio, nenhum inconveniente há no fato de a ministra-chefe da Casa Civil comparecer a uma inauguração de obra custeada exclusivamente com recursos de governo estadual.
Governadores, prefeitos, qualquer um pode convidar a ministra Dilma Rousseff ou quem quer que seja para suas festividades oficiais.
Na condição de mera candidata não haveria nada demais na presença da ministra Dilma Rousseff na entrega do Hospital da Mulher Heloneida Studart à população de São João de Meriti, na Baixada Fluminense.O governador Sérgio Cabral Filho faz a gentileza que quiser para quem bem entender.
Desde que não o faça ao molde de campanha política financiada pelo contribuinte, bem entendido. Nem dentro muito menos fora do prazo permitido para propaganda de candidatos.
Por um motivo bem objetivo: isso fere a Lei Eleitoral e afronta a Constituição no que tange à obrigação de o poder público se pautar pelos princípios da impessoalidade, probidade e transparência.
Impessoalidade significa governar para todos igualmente sem privilégios partidários, de amizade, parentesco ou de quaisquer interesses que não o desempenho da função.
Probidade significa o uso dos recursos públicos com lisura e em benefício do público pagante.
Transparência implica conduta franca, relação de confiança com o eleitor que lhe conferiu a delegação por voto e o contribuinte que sustenta suas atividades.
Nenhum desses preceitos foi observado no último domingo na cerimônia em que o governador recebeu Dilma Rousseff no primeiro ato estrelado por ela sem a companhia do presidente Luiz Inácio da Silva, desde que foi sagrada pré-candidata do PT à Presidência da República no congresso do partido, em 19 de fevereiro.

O governo do Rio de Janeiro organizou um comício, chamou ministro, prefeitos, deputados, vereadores. Pôs uma obra estadual a serviço de uma candidatura em evento com carros de som, militância, discursos de exaltação, manifestações de apoio, distribuição de lanches e desfaçatez suficiente para sustentar a negativa de que houvesse intenção eleitoral.

Distante alguns quilômetros, a Petrobrás patrocinava uma manifestação em plena praia de Copacabana a pretexto de anunciar uma parceria da empresa com a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.
Desde quando uma ação dessa natureza requer um ato público com direito a discurso da diretora de Gás e Energia exaltando os talentos da “nossa candidata”?

Desde que o presidente Lula passou a testar repetidamente as balizas da Justiça Eleitoral e obteve em resposta a absoluta leniência do Tribunal Superior Eleitoral para com ações de cunho eleitoral acrescidas de uso explícito da máquina pública em prol de uma candidatura.

Na Baixada, o governador celebrava a possibilidade da eleição “dessa mulher”, nas palavras dele, comandante “do processo de transformação do Brasil como nunca se viu antes”. Desnecessário citar o nome, pois ela estava ali mesmo e era objeto dos pedidos de votos feitos por militantes partidários e integrantes de ONGs.

Tudo devidamente registrado nos jornais.

Tudo em completo desacordo com o que dizia o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, em entrevista que circulava na edição daquele mesmo dia no Estado.

“Este não é o momento de impulsionar candidaturas”, pregava Ayres Britto, explicando que a proibição existe para evitar a “perturbação” do funcionamento da máquina pública, porque a propaganda antecipada propicia a mistura de atos administrativos com campanha eleitoral.

Cruzamento de propósitos este que, segundo o presidente do TSE, “viola o princípio constitucional da impessoalidade e torna desequilibradas as forças dos candidatos”.

Entrou no detalhe: “O que se proíbe é que as chefias executivas passem a administrar a máquina pública na perspectiva de uma candidatura e de uma sucessão, aproveitando a entrega de obras para incensar candidatos.”

É fácil ligar a tese defendida pelo presidente do TSE à realidade corrente, pois não?

A chefia do Executivo federal há praticamente dois anos administra a máquina pública na perspectiva de uma candidatura e de uma sucessão, aproveitando obras para incensar a candidata por intermédio da qual o presidente Lula quer dar prosseguimento ao seu projeto de poder.

Ainda que não cite nomes, é evidente a referência do ministro Ayres Britto. Mesmo assim, a Justiça Eleitoral tem considerado insuficientes as provas apresentadas pela oposição em seus recursos ao tribunal, por se basearem em relatos da imprensa.
É de se perguntar como seriam documentadas as evidências de outro modo.
Na prática, a sem-cerimônia do presidente da República já produziu seus efeitos como se viu no domingo, no Rio.

Outras transgressões do mesmo gênero virão e o que se avizinha é que a Justiça Eleitoral, tão rigorosa com governadores, prefeitos e vereadores cassados por abuso de poder, acabe vendo o método Lula de transgredir e não sua pretendida austeridade prevalecer nessa campanha.

O Palácio do Planalto pagou R$ 2 milhões por pesquisas para medir a popularidade de programas do Governo Lula e, em especial, “de ações às quais a imagem da ministra Dilma Roussef está mais associada”, como escreve a Folha de São Paulo.

Entre os resultados, uma conclusão nada surpreendente, óbvia até: na avaliação negativa do Governo, o que mais pesou foi “corrupção”. Nem se precisa esmiuçar a presepada: os R$ 2 milhões de reais já são, de per si, corrupção do processo eleitoral, gastos sem rebuços para favorecer uma das candidaturas à Presidência da República.

Mas as pesquisas proporcionaram dados interessantes. Menos da metade dos entrevistados ouviu falar do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do qual – palavra de Lula – Dilma é a mãe. Chega-se, então, à conclusão que se trata de gravidez psicológica: 70% deste modesto “menos que a metade” não conhecem as suas obras.

As pesquisas também revelaram elevado desconhecimento a respeito do pré-sal que praticamente monopolizou o noticiário da mídia, principalmente do rádio e da tevê, veículos preferenciais das faixas da população de rendimento até dois salários mínimos onde o Governo Lula encontra seus maiores índices de aprovação.

Entretanto, o programa “Minha Casa, Minha Vida”, apesar de em nenhum momento ter ocupado as manchetes, é conhecido de parte significativa dos entrevistados da pesquisa.

A conclusão é clara: as pessoas identificam a solução de um problema vital, o da moradia, mas habitam o fosso cavado pelos chamados programas sociais, quando são meramente caritativos (ou demagógicos) e não levam a cartilha que instrui com o pão que mitiga a fome. Em vez de cidadania, o espírito de alcateia para fazer jus a uma toca e às sobras de um banquete em cujo cardápio o mensalão é o prato principal e o panetone, a sobremesa.

É a síndrome de Estocolmo aplicada à política rasteira.


Fonte: Jornal O Sul